PROJETO JIBÓIA

PROJETO JIBÓIA

PROJETO JIBÓIA tem como principal objetivo a desmistificação das serpentes não peçonhentas, assim como um trabalho de educação ambiental com informações referentes às características, hábitos alimentares das serpentes e seu papel na natureza, visando à diminuição da matança indiscriminada das serpentes na natureza e a criação de exemplares em cativeiro para suprir o mercado de animais de estimação evitando a coleta no meio ambiente
O Projeto Jibóia existe em Bonito/MS desde 2005 e tem, segundo seu idealizador, Henrique Naufal, o objetivo de desmistificar as serpentes não peçonhentas e seu comportamento – freqüentemente relacionado à maldade e ao perigo. Neste sentido a idéia é que o visitante conheça melhor os hábitos alimentares e, principalmente, de relacionamento destes animais para ter uma nova percepção e quebrar possíveis paradigmas.

Os visitantes são recebidos pessoalmente pelo empresário, na sede do Projeto e, junto aos terrários, recebem uma palestra sobre as serpentes e depois assistem a um breve vídeo sobre a vida reprodutiva destes animais. Após a conversa e várias perguntas todos são convidados a ter o contato direto com as cobras e os mais corajosos chegam a colocá-las nos ombros – tudo entre muita diversão e risos. O mais importante, segundo Henrique, é evidenciar para as pessoas a fragilidade das serpentes e, ao mesmo tempo, buscar a preservação das espécies, evitando a matança indiscriminada no meio ambiente.

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O passeio atende um público variado sempre com o mesmo fascínio e curiosidade, sendo inclusive importante salientar que a comunidade bonitense é recebida gratuitamente. Segundo o empresário, através da visitação de escolas pode-se mostrar aos alunos a importância das serpentes no meio ambiente como fonte de proteína para aves e mamíferos carnívoros, além de sua importância como predadoras no controle de populações de roedores. Uma experiência diferente no que se refere a respeito ao meio ambiente.

Atualmente o serpentário conta com 12 jibóias e 1 píton, esta última da Birmânia, e todas são extremamente dóceis e habituadas com a presença humana e o contato físico. Além disso, todas também possuem micro chip de identificação, certificado de origem e nota fiscal de acordo com a legislação ambiental vigente.